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Carta da Gestão - Julho 2026

Foto do escritor: Impactus UFRJ
Impactus UFRJ
há 2 dias
1 min de leitura

Nos #EUA, a desaceleração da atividade econômica e o enfraquecimento do mercado de trabalho contrastaram com a persistência da inflação subjacente. A retomada das tensões com o Irã elevou os riscos sobre os preços de energia, enquanto o Federal Reserve manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, em uma decisão marcada pela maior divisão do Comitê desde 2016.


Na #China, a indústria seguiu impulsionada pelos investimentos em tecnologia e inteligência artificial, mas o consumo interno permaneceu fraco, pressionado pela crise imobiliária e pela queda dos investimentos. A retração dos indicadores de atividade reforçou os desafios estruturais da economia, levando o governo a sinalizar maior apoio fiscal e condições monetárias mais flexíveis.


Na #ZonaDoEuro, a inflação voltou a acelerar, passando de 2,8% para 2,9%, com destaque para a alta dos preços de energia e a retomada da inflação subjacente. Apesar da manutenção dos juros pelo BCE em julho, a persistência das pressões inflacionárias sustenta a possibilidade de uma nova alta em setembro, enquanto a recuperação econômica segue concentrada e vulnerável ao cenário energético.


No #Brasil, os indicadores de inflação apresentaram melhora, com resultados mais favoráveis em junho e julho, contribuindo para a redução das expectativas inflacionárias e abrindo espaço para novos cortes de juros. A atividade econômica e o mercado de trabalho permaneceram resilientes, enquanto o tarifaço americano entrou em vigor sem impacto visível sobre a balança comercial. Em contrapartida, o avanço da dívida pública e as incertezas fiscais continuaram limitando as perspectivas para a política monetária.

 
 
 

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